
Theses and dissertations
Apresenta uma análise do caso da “Convenção Sobre a Proibição do Uso, Armazenamento, Produção e Transferência de Minas Antipessoal e Sobre sua Destruição”, conhecido por Tratado ou Convenção de Ottawa. O referido tratado de erradicação das minas terrestres foi resultado de significativa atuação da sociedade civil, por meio da atuação da Campanha pela Erradicação de Minas Terrestres, que, pelo êxito, foi co-laureada pelo Nobel da Paz de 1997. Conhecido como caso de Soft Power, exemplo de governança global, que forja novo multilateralismo, o texto descreve o problema humanitário das minas, o modo com que foi alçado à política internacional, atuação da sociedade civil internacional, apresenta as obritações do tratado e sua entrada em vigor, bem como os êxitos de sua implementação e seus desafios. Com isso, aborda o quanto tal experiência pode explicitar um "case" de governança global passível de replicação. O livro é a síntese da dissertação de mestrado apresentado em 2005 no Proograma de Pós-Graduação em Direito da UNISC, publicado pela editora da UNISC.
Author: Gustavo Oliveira Vieira
O presente trabalho tem como objeto de estudo central a atuação dos movimentos realizados pela sociedade civil com vistas à erradicação das armas nucleares.Mais especificamente, o trabalho tem como objetivo geral a análise da atuação da Sociedade Civil Global através de sua inserção em mecanismos de Desarmamento Humanitário a partir do processo de humanização das relações internacionais, que resultou na adoção do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares em 2017. Nesse sentido, o trabalhos e orienta para a resposta da seguinte questão:até que ponto a Sociedade Civil Global poderia ser capaz de contribuir para um processo efetivo de abolição das armas nucleares? A hipótese inicialmente formulada foi que a Sociedade Civil Global, ainda que tenha contribuído para esse processo,o resultado de seus esforços para fazê-lo o tratado logrado em 2017 – ainda não representa efetivamente um mecanismo de abolição de armas nucleares. Isso ocorreria apenas, para os proponentes do tratado, após um processo extenso de estigmatização das armas atômicas, e o novo tratado seria uma engrenagem para tal.
Author: Pedro Henrique Melchior Nunes da Horta
O DILEMA DA PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA À CONVENÇÃO DE OSLO: ENTRE SEGURANÇA HUMANA E SEGURANÇA NACIONAL
Esse trabalho tem como tema a Convenção de Oslo e como objetivo principal analisar os motivos pelos quais o Brasil não assinou/ratificou esse tratado. Para elaboração deste, o método de pesquisa utilizado foi explicativo através de pesquisa bibliográfica. O resultado obtido a partir dessa pesquisa é que primeiramente, o Brasil participa dos principais esforços de desarmamento mundial, direcionando sua política internacional de desarmamento para banir o uso das clusters através da criação do Protocolo VI através da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCAC). Por segundo, que as principais razões para o Brasil não participar da Convenção de Oslo são os critérios de exceção, interoperabilidade, produção em escala, defesa militar e ganhos tecnológicos do uso dessas bombas. Por fim, concluí-se, que não há transparência na regulamentação dos tipos de bombas clusters produzidas, estocadas e exportadas pelo Brasil, e que por isso, os ganhos econômicos ainda prevalecem a cima dos direitos e deveres expostos na Constituição Brasileira sobre a vigência dos Tratados Internacionais relativos aos esforços de desarmamento.
Author: Kamila Weiss Martins
O BRASIL FRENTE OS REGIMES DE DESARMAMENTO HUMANITÁRIO: UM ESTUDO DO CASO DE MUNIÇÕES CLUSTER (2008)
Esta dissertação teve por objetivo analisar a formação da postura brasileira frente à Convenção sobre Munições Cluster (2008), a fim de examinar por que o Brasil decidiu manter-se fora desse regime, adotando como foco de análise principal a interação entre diplomatas e militares no processo decisório. Após a definição dos conceitos básicos e do quadro de análise a ser utilizado, buscou-se, primeiramente, examinar os regimes tradicionais de controle de armas e desarmamento desenvolvidos ao longo do século XX e o modo como o Brasil se posicionou perante eles. Definidos os conceitos e os antecedentes, passou-se ao estudo do surgimento e das características dos chamados regimes de desarmamento humanitário, enquadrando o Processo de Oslo e a resultante Convenção sobre Munições Cluster como exemplo destes regimes. O estudo da posição brasileira neste caso revelou que a decisão do governo de manter-se fora deste regime foi um reflexo da valorização do setor de defesa nacional durante o governo Lula, legitimada pelos objetivos de política externa traçados naquele período. Constatou-se, assim, um retorno às perspectivas de segurança e defesa nos moldes dos anos 1970, associada, no caso em estudo, à importância estratégica atribuída às munições cluster e às críticas feitas pelo Itamaraty ao referido regime.
Author: Gabriel Francisco Silva
Esse trabalho tem como tema a Convenção de Oslo e como objetivo principal analisar os motivos pelos quais o Brasil não assinou/ratificou esse tratado. Para elaboração deste, o método de pesquisa utilizado foi explicativo através de pesquisa bibliográfica. O resultado obtido a partir dessa pesquisa é que primeiramente, o Brasil participa dos principais esforços de desarmamento mundial, direcionando sua política internacional de desarmamento para banir o uso das clusters através da criação do Protocolo VI através da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCAC). Por segundo, que as principais razões para o Brasil não participar da Convenção de Oslo são os critérios de exceção, interoperabilidade, produção em escala, defesa militar e ganhos tecnológicos do uso dessas bombas. Por fim, concluí-se, que não há transparência na regulamentação dos tipos de bombas clusters produzidas, estocadas e exportadas pelo Brasil, e que por isso, os ganhos econômicos ainda prevalecem a cima dos direitos e deveres expostos na Constituição Brasileira sobre a vigência dos Tratados Internacionais relativos aos esforços de desarmamento.
Author: Kamila Weiss Martins
Esse trabalho tem como tema a Convenção de Oslo e como objetivo principal analisar os motivos pelos quais o Brasil não assinou/ratificou esse tratado. Para elaboração deste, o método de pesquisa utilizado foi explicativo através de pesquisa bibliográfica. O resultado obtido a partir dessa pesquisa é que primeiramente, o Brasil participa dos principais esforços de desarmamento mundial, direcionando sua política internacional de desarmamento para banir o uso das clusters através da criação do Protocolo VI através da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCAC). Por segundo, que as principais razões para o Brasil não participar da Convenção de Oslo são os critérios de exceção, interoperabilidade, produção em escala, defesa militar e ganhos tecnológicos do uso dessas bombas. Por fim, concluí-se, que não há transparência na regulamentação dos tipos de bombas clusters produzidas, estocadas e exportadas pelo Brasil, e que por isso, os ganhos econômicos ainda prevalecem a cima dos direitos e deveres expostos na Constituição Brasileira sobre a vigência dos Tratados Internacionais relativos aos esforços de desarmamento.
Author: Kamila Weiss Martins
