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A Dhesarme – Ação Brasileira pelo Desarmamento Humanitário é uma organização não governamental da sociedade civil, sem fins lucrativos e apartidária, dedicada a promover e fortalecer o Desarmamento Humanitário como eixo central para a proteção da segurança humana. Atuamos no Brasil e no cenário internacional, com especial atenção aos países de língua portuguesa e à América Latina, articulando ativismo, advocacy e produção de conhecimento para consolidar práticas e políticas alinhadas ao Direito Internacional Humanitário e à defesa da paz.

 

Por ‘Desarmamento Humanitário’, consideramos o entendimento de que os processos de desarmamento devem ser pautados pelo imperativo humanitário de proteger a população civil dos impactos inaceitáveis causados pelo uso de certas armas. Além disso, o estabelecimento de regras e controle na comercialização e posse de qualquer tipo de arma é necessário para garantir a proteção à vida e construir sociedades pacíficas.

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Deste modo, entendemos que os processos de desarmamento e de controle de armas devem ser conduzidos à luz do Direito Internacional Humanitário, tendo como finalidade primordial a proteção de civis e demais pessoas que não participam das hostilidades. Não defendemos o desarmamento completo e irrestrito, mas sim medidas que promovam a segurança humana e reduzam os impactos humanitários do uso e da proliferação de armas. Por isso, concebemos o desarmamento e o controle de armas como ações essencialmente humanitárias. Essa visão orienta todas as nossas iniciativas, que buscam reforçar normas internacionais, ampliar a aderência a tratados e fortalecer a implementação de suas obrigações humanitárias.

A DHESARME

História

Nossa história teve início em 1996 como Campanha Brasileira contra Minas Terrestres, fundada pelos ativistas pela paz Padre Marcelo Rezende Guimarães e Pastor Ricardo Wangen, com apoio de diferentes ONGs brasileiras, como “Em Busca da Paz”, “Serpaz” e Anistia Internacional. Desde então, fomos reconhecidos como parte da Campanha Internacional pelo Banimento de Minas Terrestres (ICBL), laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 1997. Entre 1996 e 2007, a atuação da Campanha concentrou-se na temática das minas terrestres, marcada pela continuidade e consistência do ativismo voltado à conscientização da sociedade civil, bem como à universalização e à efetiva implementação do Tratado de Erradicação das Minas Terrestres. Nesse período, as ações desenvolvidas incluíram a pressão pela ratificação do Tratado pelo Brasil, o acompanhamento de sua implementação, a defesa da redução do número de minas retidas para fins de treinamento, o fortalecimento da assistência às vítimas, além da realização de pesquisas em colaboração com o Monitor de Minas Terrestres (atualmente Monitor de Minas Terrestres e Munições Cluster). A Campanha também participou ativamente de foros diplomáticos internacionais, com especial atenção aos países de língua portuguesa e da América Latina. Como reconhecimento de sua atuação, integrou o Comitê de Coordenação da ICBL entre 2003 e 2005.

 

Entretanto, os avanços alcançados na erradicação das minas terrestres passaram a revelar outras agendas igualmente urgentes, em especial a necessidade de enfrentar o problema das munições cluster. Nesse contexto, em 2007 a Campanha incorporou ao seu nome a expressão “e Munições Cluster”, passando a denominar-se Campanha Brasileira contra Minas Terrestres e Munições Cluster, e engajando-se desde a primeira reunião de negociação, ao longo de todo o processo que culminou na adoção da Convenção sobre Munições Cluster, assinada em 2008 e em vigor desde 2010. A partir desse marco, as pautas da Campanha foram progressivamente ampliadas, acompanhando a compreensão, por parte de seus ativistas, da necessidade de assumir novas frentes de atuação — movimento que também se consolidava no plano internacional. Sob o guarda-chuva do desarmamento humanitário, passaram a ser incorporadas agendas como a universalização do Tratado sobre o Comércio de Armas, a abolição das armas nucleares e a proibição de sistemas de armas plenamente autônomas.​ Esse processo culminou, em 2015, na adoção de nossa identidade atual: Dhesarme – Ação Brasileira pelo Desarmamento Humanitário, refletindo uma atuação mais abrangente, integrada e alinhada aos movimentos globais.

 

Parte essencial dessa trajetória é o projeto de pesquisa e extensão “Desarmamento Humanitário: abordagem política”, criado em 2014 pelo ativista e professor Gustavo Oliveira Vieira, que hoje coordena o projeto na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). O projeto envolve estudantes na análise crítica de temas como minas terrestres, munições cluster, armas nucleares, comércio de armas, violência armada, armas menos letais e sistemas autônomos. Combinando teoria, prática e participação em campanhas internacionais, o projeto fortalece a formação de novos jovens ativistas e amplia o debate nacional sobre paz, segurança e direitos humanos.

equipe

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